Friday, 29 December 2017

12 LIVROS DE CARL SAGAN PARA BAIXAR EM PDF

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12 LIVROS DE CARL SAGAN PARA BAIXAR EM PDF

 
Carl Edward Sagan foi um cientista, astrônomo, astrofísico, cosmólogo, escritor e divulgador científico norte-americano. Sagan é autor de mais de 600 publicações científicas, e também autor de mais de 20 livros de ciência e ficção científica.
É conhecido por seus livros de divulgação científica e pela premiada série televisiva de 1980 Cosmos: Uma Viagem Pessoal, que ele mesmo narrou e co-escreveu. O livro Cosmos foi publicado para complementar a série.
Sagan escreveu o romance Contact, que serviu de base para um filme homônimo de 1997. Em 1978, ganhou o Prémio Pulitzer de Não Ficção Geral pelo seu livro The Dragons of Eden. Morreu aos 62 anos, de pneumonia, depois de uma batalha de dois anos com uma rara e grave doença na medula óssea (mielodisplasia).
Fonte: Wikipédia

Livros de Carl Sagan

1. Bilhões e Bilhões

2. Contato

3. Cosmos

4. O Cérebro de Broca

5. O Inverno Nuclear

6. O Mundo Assombrado pelos Demônios

7. O Ônus do Ceticismo

8. O Universo

9. Os Dragões do Éden

10. Roswell

11. Um Pálido Ponto Azul

12. Variedades da Experiência Científica


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Thursday, 28 December 2017

No Brasil, o paradigma dos Direitos da Terra

outras palavras
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No Brasil, o paradigma dos Direitos da Terra







planeta
Incorporado às Constituições da Bolívia e Equador, ele abre espaço para concepções jurídicas não antropocêntricas. Mas quais suas implicações concretas? 
Por Tânia Mendizabal (Ana Caroline Brustolin Kummer)
De 11 a 15 de dezembro aconteceu o Fórum Genebra 2017. Dentre inúmeros painéis que o compuseram, um dos grandes destaques foi a 6ª Conferência Internacional Anual dos Direitos da Natureza pela Paz e Desenvolvimento Sustentável.
A Iniciativa surgiu em 2009, em decorrência do acolhimento, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, da proposta do Estado Plurinacional da Bolívia, de declarar o dia 22 de abril como o Dia Internacional da Mãe-Terra, reconhecendo que a Terra e os ecossistemas são nossa casa comum. A decisão fortalece os processos realizados no Equador, quer reconheceu em 2008 os direitos de Pachamama (ou Natureza), e na Bolívia, em 2012, onde houve a proclamação da Lei dos Direitos da Mãe Terra. Ambos promulgaram novas constituições e criaram Estados Plurinacionais — Equador em 2008 e Bolívia em 2009 — que adotam medidas ousadas e de vanguarda.
Os dois países marcam o giro não antropocêntrico no âmbito do Direito, constitucionalizando a proposta do Bem Viver em Harmonia com a Natureza e abrem precedentes para que se desencadeie em todo o mundo uma mobilização em defesa dos direitos de Pachamama (Mãe-Terra). Na Nova Zelândia, uma lei atribuiu ao rio Whanganui direitos, como se ele fosse uma pessoa física. Na Índia, a sociedade está mobilizada em favor dos direitos dos rios Ganges e Yamuna, e o assunto está em debate nos tribunais. O México tem uma declaração dos direitos dos rios, aprovada pela sociedade. Na Colômbia, a Corte Constitucional reconheceu, no final de 2016, o rio Atrato como sujeito de direitos, com base em tratados internacionais — ainda que a carta constitucional do país não aborde o tema especificamente.
Bem Viver recupera e eleva a importância da sabedoria dos povos originários do continente latino-americano, submetida há séculos pela imposição universalizante do paradigma moderno antropocêntrico. Para fazê-lo, adota uma nova proposta, que perpassa o âmbito jurídico cultural das sociedades latinas e tem como eixo central a Harmonia, integrando as mais variadas vozes marginalizadas ao longo desse processo colonizador.
No VII Congresso Constitucionalismo e Democracia Latino-Americano, realizado de 26 a 29 de novembro de 2017 em Fortaleza, a líder Naiara, da etnia Tukano, unida aos povos Pitaguary e Anace do Ceará e aos congressistas latino-americanos e movimentos sociais presentes, como Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), leu a Carta Manifesto oriunda e elaborada das espontâneas vozes ali somadas. A Carta Manifesto foi apresentada dia 11 de dezembro na 6ª Conferência pela Professora Germana de Oliveira Moraes, da Universidade Federal do Ceará.
TEXTO-MEIO
O documento proposto, que poderá vir a se tornar a Carta Universal dos Direitos da Natureza, apresenta uma mudança paradigmática, eliminando as fronteiras alimentadas pelo paradigma antropocêntrico e buscando  convergência e esforços para solucionar a atual emergência global. Em seus parágrafos está inserido o conceito segundo o qual somos todos parte de um orgânismo vivo, Pachamama, e diante dessa nova compreensão, somos irmãos dos rios, dos pássaros, das árvores e das montanhas, pois todos viemos de um mesmo útero, nossa Mãe Terra.
Em 12 de dezembro, o Movimento Nación Pachamama, abordou, no Painel de Diálogos da ONU, os avanços brasileiros em direção ao novo constitucionalismo latino-americano. Apresentou a criação coletiva de muitos movimentos sociais nacionais, tribos indígenas, artistas, juristas e ambientalistas que se mobilizaram em 5 de novembro em mais de 30 cidades em todo o país. A mobilização, denominada Pororoca da Nação das Águas, que relembrou os dois anos do criminoso desastre de Mariana, também deu suporte à iniciativa inovadora no Brasil, em convergência com esse novo paradigma, para que o Rio Doce seja reconhecido juridicamente como sujeito de direitos e que seja feito um plano de prevenção a desastres para proteger toda a população da bacia do rio.
Embora os avanços nacionais pelos direitos da natureza sejam tímidos, o redator da ação do Rio Doce, Lafayete Novaes Sobrinho que também participou do VII Congresso Constitucionalismo e Democracia, comemora, afirmando ser “uma experiência inovadora no Brasil, que inicia o debate pelo reconhecimento dos direitos da natureza. […] Estamos propondo uma revolução cultural, uma mudança na maneira, na forma de ver e pertencer à natureza”
Em 2016, as Nações Unidas realizaram, além dos eventos anuais presenciais, um diálogo virtual entre especialistas em jurisprudência da Terra em todo o mundo. Aderiram mais de 120 especialistas líderes na vanguarda das ciências naturais e sociais, de 33 nacionalidades — 36 representantes da América do Sul, sendo 20 do Brasil.  Os diálogos encontram-se disponíveis aqui
Saiba mais sobre a Rede para o Constitucionalismo Democrático Latino americano clicando aqui. Veja aqui a ação inédita do Rio Doce que coloca o Brasil rumo ao reconhecimento dos direitos da Natureza no Brasil.
A Carta de Fortaleza: Manifesto Pachamama esta disponível para assinatura aqui.
Leia a íntegra do Manifesto
7º Congresso Internacional Constitucionalismo e Democracia – o novo constitucionalismo latino americano – Harmonia com a Natureza e Bem Viver
Carta de Fortaleza: Manifesto Pachamama
Somos um só organismo vivo. Somos a Mãe Terra: Pachamama. Parece que estamos separados, no entanto, tudo o que existe nasce do mesmo ventre. Águas, pássaros, flores, pessoas e montanhas somos expressões complementares de um ser vivo, coletivo e cíclico. Os processos culturais que conduziram à perda desta consciência fizeram com que a humanidade se visse destacada, colocando-se acima de Pachamama.
Por causa desta desconexão com a Mãe Terra, chegamos a uma situação insustentável. Paisagens naturais tornaram-se irreconhecíveis, as sementes são modificadas, áreas cultiváveis ficaram estéreis, solidão e depressão assolam as pessoas, desigualdades sociais e regionais se acentuam, guerras são deflagradas, os pólos estão derretendo, a vida selvagem está desaparecendo, povos são dizimados, o flagelo dos imigrantes se agrava, e a própria existência humana encontra-se ameaçada. É preciso parar, refletir, buscar e tecer convergências curadoras desses desequilíbrios.
A quebra da Harmonia com a Natureza revela-nos a necessidade de recriar a forma de nos relacionarmos e de solucionar conflitos, de propor novos modelos econômicos e de rever hábitos de produção e de consumo. Isso impõe a recriação do Direito, como nos aponta o Constitucionalismo Andino transformador. O cenário de emergência global nos leva a compreender como a Harmonia é essencial à Vida. O resgate da compreensão da interdependência entre todos os seres e destes com os ciclos naturais, conclama que realizemos com urgência uma aliança entre os saberes, a favor da Vida e pelo reconhecimento, nos âmbitos internacional, regionais, nacionais e locais, dos direitos da Mãe Terra e do princípio da Harmonia.
Ao reconhecer que somos uma comunidade de seres reciprocamente complementares, a Mãe Terra, deixamos de lado a separatividade, e abrigamos a toda a Vida sob o princípio do direito a viver em Harmonia. Direitos de Pachamama e direitos humanos são faces complementares do Bem Viver, uma solução ao atual dilema da Humanidade. O Bem Viver apresenta possibilidades de um maior alcance de realização plena desses direitos, nas dimensões ecológicas, sociais, econômicas e espirituais. Defender os direitos humanos é defender os direitos da Mãe Terra. Defender os direitos da Mãe Terra é defender os direitos humanos.
Considerando a meta 12.8 da Agenda 2030 das Nações Unidas de garantir às pessoas, em todos os lugares, informação relevante e conscientização para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida em Harmonia com a Natureza, e as convergências entre a Declaração Universal dos Direitos de la Madre Tierra, de Cochabamba, de 2010 e o Manifesto de Oslo, de 2016 (Oslo Manifesto for Ecological Law and Governance),  subscrevemos estes documentos no que se referem aos direitos da Mãe Terra e ao princípio da Harmonia com a Natureza.
Consideramos dever da Humanidade, dos Estados, das sociedades civis, de todos os povos e de todas as pessoas, assumir com prontidão, diligência e presteza o papel de cuidadoras e de cuidadores da Vida e promover imediatamente os princípios ético-jurídicos da Harmonia com a Natureza e o reconhecimento dos Direitos de Pachamama.
Fortaleza, 29 de novembro de 2017

Bem Viver, elemento para o Pós-Capitalismo?

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Bem Viver, elemento para o Pós-Capitalismo?







170914-BemViver
Muitos repetem, mas poucos conhecem de fato, o conceito andino de Sumak Kawsay. Ele pode ter enorme impacto tanto na vida cotidiana quanto para uma nova economia
Por Débora Nunes
A expressão indígena andina Sumak Kawsayque significa Viver Plenamente, tornou-se mundialmente conhecida como “Bem Viver” e expressa uma alternativa ao catastrófico desenvolvimento atual. Ao invés de aumento do PIB, da riqueza individual, do consumo, do sucesso a qualquer preço e da vida em velocidade estonteante, o Bem Viver busca simplesmente estar bem consigo, com os outros e com a Natureza. Talvez seja fácil de dizer e difícil de realizar, particularmente quando se está inteiramente inserido no sistema vigente, sem ver saídas. Mas isso não é uma invenção teórica, é uma prática milenar de vida comunitária e está sendo vivida hoje por milhões de pessoas.
A simplicidade do Sumak Kawsay vem dos seus princípios, que começam na vida cotidiana e acabam por mudar tudo, pois é o próprio sentido da vida, buscando “estar bem” com quem somos, com os que nos rodeiam e com quem nos nutre, a Natureza, que se expressa. Os 13 princípios da busca de equilíbrio são: saber nutrir-se do que é são, saber beber sentindo o fluxo da vida, saber dançar em conexão com o Universo, saber dormir entre um dia e outro, saber trabalhar alegremente, saber estar em silêncio meditativo, saber pensar com a mente e o coração, saber amar e ser amado, saber escutar a si, aos outros e à Mãe Terra, saber falar construtivamente, saber sonhar pra ter uma melhor realidade, saber caminhar sentindo-se acompanhado pelas boas energias e saber dar e receber.
TEXTO-MEIO
Como é comum nas lógicas indígenas, a passagem de cada ser pelo mundo é vista a longo prazo e o sentido de comunidade é sempre presente. Honrar os bens comuns – sejam eles materiais ou sutis, como a água ou o ar e também os ritos e a cultura, é parte integrante do sentido da vida. Toda essa busca do essencial, desde as coisas mais simples, como os 13 princípios, até o vínculo sagrado com a Natureza, dá a vida um sentido de certo e errado, de importante e desimportante, que nos faz buscar a plenitude, naturalmente. O menos é mais e o simples é o caminho.
O Bem Viver torna-se político quando expande sua lógica para o sistema econômico, que deve ter bases comunitárias e ser orientado pelos princípios de solidariedade, de reciprocidade e de corresponsabilidade. Tudo isso só sendo possível em processos políticos de participação plena, de decisões compartilhadas. As Constituições do Equador e da Bolívia, ao incorporarem a ideia do Bem Viver como base, inauguraram no mundo algo novo: os direitos da Natureza, onde os humanos não são o mais importante, mas mais um elo da Teia da Vida. Esse fazer parte, ao contrário de limitar nossa existência, a dignifica, por nos fazer ser aquilo que é nossa missão: jardineiros/as da vida, cuidadores/as da Terra.

Tuesday, 19 December 2017

What’s Wrong With Today’s Society Captured In 10+ Though-Provoking Illustrations By Al Margen

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What’s Wrong With Today’s Society Captured In 10+ Though-Provoking Illustrations By Al Margen


We all know that nothing is perfect. Our modern society included. There are many things that are problematic and troubling, and even though we notice them, we are not too fast to work on fixing matters.
Al Margen, an illustrator from Buenos Aires, Argentina, creates incredible drawings pinpointing the flaws of our times. He creates images that are sometimes louder than words and are extremely thought-provoking. The author himself is very critical about his works and talks about them in a really artistic manner: "They are children of boredom, nonconformity or anger. <...> They are the representation of discarded ideas. They are the garbage of the subconscious. But they are more visceral and sincere than other drawings because they have no obligation to please. <...> Because they were born only by an impulse and nothing more. Because they were born to annoy because they show the imperfect."
Take a look at some of his satirical works below and let us know which one was your favorite.
More info: Facebook

#1

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Amy Radie 6 months ago
Too true.
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#2

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Jeremie Guerra 6 months ago
Black mirror-ish
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#3

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varwenea 6 months ago
A viewer/reader needs to be judicious on how they process info. Information is rarely absolute. Hero and villain are often opposite sides of the same coin; just a matter of perspective.
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#4

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varwenea 6 months ago
This is so horrible and so true. Sad for the child.
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#5

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Jeremie Guerra 6 months ago
Those drawing are really dark and powerfull!
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#6

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cyberbird 6 months ago
Too many extra-academic obligations.
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#7

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Bob 3.0 6 months ago
This perfectly sums up anorexia.
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#8

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#9

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nameme the undieing 6 months ago
2 seconds before a jaguar eats her face off
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